domingo, março 29

Saidinha de sexta 2 - A volta


Me empolguei com o cantor e terminei deixando de contar sobre o que realmente queria escrever. Sexta me arrumei às pressas e esqueci de um pequeno detalhe, a chave de casa, só quando tava terminando que eu me dei conta da merda que tinha feito.

Tá bom, quem conhece minha casa sabe que ela não é nenhum modelo primoroso de segurança, só depois que fomos assaltados foi que melhoramos um pouco isso, mas mesmo assim ainda sobraram algumas "falhas planejadas" para os próprios moradores que esquecem a chave, tipo: eu. Porém, naquela maldita noite todas as "falhas" tão planejadas foram lacradas, tudo perfeitamente fechado na casa toda, e eu fiquei lá pelo quintal rodando com Night na minha cola, me olhando com aquela cara de "Minha filha desista, se eu não consigo mais fazer isso vc acha que vc vai?".

Fui até a casa dela, mas me achei pesada demais pra fazer o que ela fazia de subir no telhado. Quando já estava pensando em fazer a fatídica ligação das 4 da manhã "Mãe, abre a porta que eu tô na rua!", lembrei de uma entrada que eu sempre quis tentar quando era pequena, resolvi analisar ela pra ver se já tinha condições de altura e força pra me jogar, e tinha.

E me achando a versão feminina de Chuck Norris encarei ela me arranhando toda no muro, escorregando da cadeira e caindo nas pedras, mas nada disso abalou a confiança da mais nova Srta. Norris. Pelos menos, até ela se virar e se dar conta que tinha feito isso de vestido, que passou uns 5min de bunda de fora e que os seguranças de estacionamento ao lado estavam de plantão.

As vezes tenho a sensação de que vou morrer fazendo coisas assim...

* Vendo a foto vi que já está mais do que na hora de cortar o cabelo.

sexta-feira, março 27

Saidinha de sexta


Sexta me bateu uma agonia mais uma vontade doida de ver gente nova, peguei o celular saí ligando pro Quarteto, marcamos uma coisa e terminamos em outra completamente diferente do combinado. Coisas da vida, que nos fizeram terminar a noite no Empório e pra nossa surpresa a atração do último bar era o ex-cantor da banda Reflexus, si si, aquela banda que já foi supermegaultra top, uma espécie de É o Tchan dos anos 80.
Para maior ilustração tá aqui uma pérola do Youtube.

Logo de cara senti que ali era o meu lugar, sentei e entre as merdas que agente falava prestava atenção no cidadão em cima do palco, ele continua com o mesmo cabelo sexy mas agora vem com alguns adereços a mais, nas mãos ele incorporou uma luva daquelas sem dedo, a lá Ana Maria Braga, o gingado sensual permace só que mais lento, ele levava umas 2horas entre o descer e subir na garrafa, as jogadas de microfone estão mais marcantes, em cada braço que o microfone parava os músculos sobresaltavam e não sei ainda direito o porquê mas ele sempre ficava de lado e fazia caras e bocas e o melhor, a platéia gritava, acho que foi tal do fator palco de embelezamento atuando.

Bom, sobre banda não tinha o que se reclamar tocava perfeitamente, parecia muito com a banda original das músicas, aliás era a banda original que rodava num som e ele cantava por cima da voz do cantor, por vezes ele cansava ou ia beber uma água e deixava lá Ivete, Vitor e Léo, ou qualquer outro da vez cumprindo a função dele de cantar. O couvert saiu por R$3,00, mas se tivesse algum sobrando teria pago mais, não é toda noite que vejo uma figura peculiar daquelas dando o ar da graça pra mim.

quinta-feira, março 26

Lost 5x10 - He`s Our You


Adooooooooooro episódios sobre o Sayid, se Lost fosse feita por mim ele já teria assumido o lugar de Jack, liderado uma revolta e matado o Ben.
Ops...

quarta-feira, março 25

Capoeira de Saia - 2009


Evento de capoeira que reúne mulheres capoeiristas de todo o Brasil.

quinta-feira, março 19

Música da Vez: Mayra Andrade "Navega"



Hoje fim de tarde recebo um email de Marina com uma música anexada, uma tal de "Mayra Andrade - Comme S'il En Pleuvait", boto pra baixar, dou o play e me deparo com um samba cantado em francês. A canção vai muito além disso, ela transmite uma doçura com uma certa malícia tão peculiar que só poderiam vir do Brasil e não de uma artista estrangeira.

Curiosa com isso, fui atrás de mais informações sobre a dona moça e descobri que ela nasceu em Cuba, já morou no Senagal, Angola, Alemanha, foi descoberta num barzinho em Cabo Verde e hoje vive em Paris, para completar metade de sua banda é composta por brasileiros. Foi dessa mistura surgiu esse samba tão delicioso, que dá vontade de ouvir por horas e horas.

Site de Mayra Andrade
(Aqui só funcionou no Internet Explorer)



Lost 5x09: Namaste


Comentário sobre o episódio de hoje: Eu poderia ter ido dormir sem saber que Sun, Ben e o restante do avião estão em outra fase no tempo. Ô saco, isso nunca vai acabar.

terça-feira, março 17

Epopéia do Pé - 1x02 Tomar banho

Sexta assim que acabou a cirurgia o médico falou em alto e bom som "Não deixe água chegar perto desse pé!". É ninhuma! penso eu até que chego em casa e me deparar com o banheiro apertado.

Dia 1, designer ativar! Porta fechada nem pensar, não sou nenhuma Ana Hickmann mas colocar meus quase 1,80 numa perna só dentro de um espaço de 90x90cm, definitivamente não ia dar certo. Peguei o banco do sobrinho coloquei o pé chumbado, quiquei pra dentro do box liguei o chuveiro. "Houston we have a problem!" o banco era pequeno e a água escorria pela perna formando uma cachoeira pra fora do box, não molhou o curativo mas passei um bom tempo enxugando o banheiro.

Dia 2, Porque designer vai no problema em busca da solução. Devolvi o banco do cocoricó e peguei um de gente grande, não era o ideal mas o grau de inclinação já tava mais próximo dos 90. Liguei o chuveiro. a cachoeira continuava e a água agora batia na perna e pulava direto pro pé, peguei a toalha joguei e ela foi certeira nos pontos (ô dor dos infernos!). Bom, nesse dia além de secar o banheiro, ainda tive que me enxugar com uma toalha enxarcada.

Dia 3, Ajustando o protótipo. Aqui não tem nenhum banco ideal o jeito era se adequar ao que já tinha. Peguei a toalha enrolei delicadamente no pé, entrei no box, dobrei o outro joelho fazendo uma perpendicular, liguei o chuveiro e problema da cachoeira e molhamento pé resolvido. Agora só faltava resolver a dor que ficou na coxa pela posição ridícula que fiquei.

Dia 4, Testando a usabilidade.
Fui no médico refazer o curativo e voltei com um todo modernoso, flexível, pequeno e "retirável" - como se eu aguentasse a dor de retirar ele. Estava cansada pra pensar em mais ajustes então fiz dia3 + ctrlc + ctrlv. Terminei o banho me achando com o curativo modernoso, já pude botar o pé chumbado no box e sair dele dançando twist até me estabacar na descida do banheiro (ganhei 2 arranhões no braço, tentando me salvar da queda).

Dia 5, O excesso de uso leva a perfeição. Sim, hoje eu ainda continuo tomando banho na posição ridícula, mas transformei o dobrar de joelhos num exercício, quando passar esses 15 dias quero estar super gostosa pro saci.

*Eu to morrendo de tédio e só passaram 5 dos 15 dias de perna pra cima.

segunda-feira, março 16

Epopéia do Pé


Contando a historinha:
Um belo dia surgiu uma bolha, o cortador de unha cortou a bela bolhinha, nos dias seguintes o corte aumentou e a bolha de tão formosinha virou uma bela monstrinha. Um nome científico a ela foi dado um tal de "granuloma" foi o mais adequado. Problema é que a monstrinha era de se aguentar mas o tal granuloma tinha que tirar. A cirurgia foi feita com uma anestesia de matar, 4 pontos pra doer e 15 dias de molho pra ficar de recordação que catucar a unha es muy peligroso.

*Texto feito depois do antibiótico, antinflamatório e antidor (abençoado seja quem inventou o antidor)

sexta-feira, março 6

O umbigo caiu


Após ter sido cortado o cordão umbilical em junho do ano passado, hoje eu senti o umbigo cair. Fui buscar o diploma na UNEB e pra minha surpresa bateu uma angústia, uma sensação de rompimento do único laço físico, parecia que ela estava abrindo as portas e me dizendo "o que eu pude fazer por você está aí, pode cair no mundo!". Ok, largando de faniquito, eu sei que ela ainda permanecerá ali com suas árvores, prédios, ladeiras e alunos subindo e descendo. Mas, fechou-se o ciclo das conversas em Dona Marina, das aulas no 14 e de tantas outras coisas vividas nesses últimos 4 anos.

Agora virão outros ciclos e que ela pelo menos por hora não fará parte deles, mas aos que ficam e/ou entraram desejo muita paciência e ambição acadêmica. Aquela bichinha tem muito a oferecer, mas infelizmente isso fica restrito só aos sabem buscar.

Porfim, vou ali tirar xerox aunteticada do danado do diploma em abril começa o ciclo da pós. Quem diria "Oi sou Kelly Adriano aluna da facs" (hahahahahahhaha, só me lembra a música de Arnaldo Antunes "não vou me adaptar...")

quinta-feira, março 5

Lost 5x08 - Lafleur

+ Sobre Lost

Sem mais uma nova gama de mistérios, finalmente as peças de lost começam a se encaixar.
Na real estou começando a achar que a quinta temporada terá o mesmo próposito de explicação como aconteceu na terceira.

quarta-feira, março 4

Me mandem pro paredão


Sou daquelas que adora dar uma espiadinha, seja esperando a quinta-feira pra ver quem será o dono da imunidade, ou seja ouvindo o discurso do pedro bial no fim terça-feira. Mas, confesso que de algumas edições pra cá vim perdendo o tesão pelo programa e acreditando cada vez mais na hipocrisia do povo.

A cada edição vejo personagens sendo rotulados de "bonzinhos" ou "malzinhos", simplesmente por atitudes tidas em alguns momentos, como se isso fosse suficiente para definir quem aquela pessoa realmente é, ou pior, como se existissem pessoas 100% ruins e outras 100% boas. Tá bom, sendo racionalmente televisiva, aquilo é um jogo e quanto mais alegorias existirem mais audiência. Porém, "quem decide quem fica na casa ou sái é vc" e toda terça vejo as figuras mais autênticas se despedindo por ter feito uma intriga (como se ninguém fizesse), por ter se afastado (como se ninguém precisasse de um tempo para si), por ter competido demais (como se 1 milhão fosse um prêmio que não merecesse competição).

O que vejo é um festival "bbenlatados" já previamente programados ganhando o gozo do público só por fazer carinhas e boquinhas felizes, num ato de que se dane a autenticidade, as inseguranças, os xiliques o povo quer mais é ver o mocinho espivitado vencendo no final. Ok, agora dando uma psicóloga, os erros são cartas de saída no paredão porque ninguém gosta de um belo espelho mostrando os próprios defeitos. Até eu, com todo meu dicernimento, não suporto ver as discussões da Ana Carolina pós-emparedada, daquela boca sai várias coisas que também já saíram da minha nas tpms mal amadas. Mas, diferente da maioria que fica ali com as etiquetas rotuladoras à postos eu "desligo a tv e vou ler um livro". Enfim, enjoei de BBB e das mesmas figurinhas carimbadas, até um tal de cowboy quiz reaparecer.

Por favor me dêem licença que agora eu vou curtir a vida fora da casa.

*Contradizendo quase tudo que eu escrevi, sim eu ainda vou ver BBB afinal 9 anos tomando dose na veia a essa altura já deve estar fazendo parte do DNA.

terça-feira, março 3

Vagalumes

Hoje pela manhã estava conversando com Marina sobre estudos, leituras e afins, quando nos demos conta de que tivemos o mesmo hábito de frequentar a biblioteca da escola no recreio. Nessa nostalgia começamos a rever quais foram os inesquecíveis e adivinha quem aparaceu na lista? Coleção Vagalume na cabeça, também, acredito que todos da minha geração leram por bem ou pela obrigação escolar algum daqueles livrinhos com tarja larga em cima e ilustração abaixo.

Da minha lista Vagalume surgiram:
- A árvore que dava dinheiro
- Barcos de Papel
- A ilha perdida
- Aldeia Sagrada - Que por sinal detestei com todas as forças, uma mistura de Vidas Secas com Menino de Engenho, ainda tentei ler por duas vezes e nada. Mas, recomendo, porque como diria a bibliotecária da escola "não existe livro ruim mas sim livro que não atende as suas necessidades", ela ainda terminava dizendo que o mesmo princípio se aplicava aos homens.

Voltando, Vagalume era boa mas o marcante foi "Histórias da Turma", como eu gostava de ler aquele bichinho, sabia de có os capítulos e deixava as melhores partes para o final, até que um dia emprestei e nunca mais o vi. Coisas da vida... Continuei lendo outras coisas como Harry Potter pra passar o tempo das aulas do cursinho, Sidney Sheldon na faculdade até enjoar de ver as personagens femininas só se lenhando no final (namoral, aquele cara tem algum tipo frustração amorosa seríssima). Por fim enveredei pelos de design os quais até hoje, são meus grandes companheiros de buzú.

* Design menos "Elementos do Estilo Tipográfico"
ô livro difícil de sair da introdução!

segunda-feira, março 2

Hoje é dia de Mandinha!

* Cartão feito pra Mandinha no dia dela.